Índice
  1. Angariações
  2. Portais
  3. O que deve ter
  4. Avaliação
  5. Por zona
  6. Licença AMI e RGPD
  7. Quanto custa
  8. Em 24 horas
  9. Perguntas frequentes

Site para imobiliárias: o guia para ganhar angariações

Site de uma imobiliária do Porto num MacBook e num iPhone, com carteira de imóveis e avaliação gratuita, desde 29,90 €/mês
Setores Atualizado a 10 de outubro de 2026 10 min de leitura
O site de uma imobiliária não serve para competir com o Idealista ou o Imovirtual: serve para convencer o proprietário a entregar-te o imóvel. Precisa de uma carteira cuidada, de um pedido de avaliação simples, de páginas por zona e da licença AMI bem visível. Com a madra, tens esse site em 24 horas, desde 29,90 €/mês, com domínio, alojamento e alterações da carteira incluídos.

A maioria dos sites de imobiliárias está construída ao contrário. Abrem com um motor de pesquisa de imóveis, como um portal em miniatura, à espera de que o comprador venha procurar ali o que encontra melhor noutro sítio. Não vem.

Este guia é para a agência de bairro em Braga, para o consultor que trabalha a sua marca em Cascais e para a pequena imobiliária do Porto que quer deixar de depender só dos portais.

O teu site não vende casas, ganha angariações

Um comprador procura uma casa, não uma imobiliária. Passa pelos portais, filtra por tipologia e preço, e contacta-te porque tens o T2 que lhe interessa. Não porque o teu site é bonito.

Um proprietário que quer vender faz o caminho inverso: procura uma imobiliária. Compara. Quer saber quem conhece a rua dele, quem vendeu ali perto, quanto tempo demorou, que comissão cobra e a quem vai confiar aquilo que é, muitas vezes, o maior património da família.

Essa comparação acontece no teu site. É aí que ganhas ou perdes a angariação. E sem angariações, não há carteira, não há visitas, não há escrituras.

Escreve o site para quem vende. Quem compra encontra-te de qualquer forma, através dos imóveis.

Idealista e Imovirtual: o que fazem melhor e o que nunca farão

Mais vale aceitar já: na pesquisa de imóveis, o Idealista, o Imovirtual e o OLX têm mais tráfego, mais anúncios e mais meios do que qualquer agência. Tentar competir com eles nesse terreno é dinheiro deitado fora. Continua a anunciar lá.

Mas os portais têm limites claros:

É precisamente isso que decide um proprietário. E o único sítio onde esse valor pode aparecer é o teu site.

Há ainda o caso do cliente recomendado. Alguém ouviu falar de ti num jantar e pesquisa o teu nome no Google. Se não encontra nada, a recomendação arrefece. Se encontra um site profissional com avaliações e vendas recentes, contacta.

O que um proprietário procura no site de uma imobiliária?

Um visitante decide em menos de um minuto se a tua agência lhe inspira confiança. Estas são as peças que procura, por ordem de importância.

1. Uma carteira de imóveis bem apresentada

É a primeira coisa que o comprador vê e a primeira que o proprietário avalia («é assim que vão mostrar a minha casa?»). Cada imóvel precisa de fotografias luminosas e na horizontal, preço, área, tipologia, localização aproximada e um botão para pedir visita. Oito imóveis bem apresentados vendem mais a tua agência do que quarenta fichas desleixadas.

E sobretudo: imóveis vendidos saem da carteira, ou passam para uma secção «Vendidos». Um visitante que liga por um apartamento vendido há três meses não volta a confiar.

2. Provas verificáveis

As avaliações do Google, com nome. Vendas recentes, com a zona e o prazo («T3 vendido em Arroios em 40 dias», por exemplo, se for verdade). Ninguém confia a venda de uma casa a um desconhecido.

3. Caras reais

A equipa em fotografia verdadeira, anos de experiência, zona de atuação. O setor carrega uma fama de pouca transparência: cada sinal de clareza diferencia-te.

4. Contacto sem esforço

Telefone clicável, WhatsApp, morada da loja com mapa e horário. No imobiliário, o contacto que não entra hoje vai visitar outra casa amanhã, com outra agência.

A avaliação gratuita é o teu melhor íman

Um proprietário que pesquisa «quanto vale a minha casa» ainda não decidiu vender. Mas está a pensar nisso. É o melhor momento para entrar na conversa, e é exatamente o serviço que o teu site deve pôr em destaque.

Uma página «Quanto vale o teu imóvel?» com um formulário curto. Não peças dez campos: tipo de imóvel, área, morada e um contacto chegam para ligares de volta. Diz claramente o que a pessoa recebe e em quanto tempo.

Completa com aquilo que quase ninguém faz bem: referências de preço por zona, atualizadas, e o prazo médio de venda que observas no terreno. É esse conteúdo que te faz passar por quem conhece a zona, e não por mais uma montra.

Pedido de avaliação gratuita no site de uma imobiliária: tipo de imóvel, área, morada e contacto, sem campos a mais

Queres ver como ficaria o site da tua agência? Descreve as tuas zonas e a tua forma de trabalhar. A pré-visualização é grátis e não pede cartão. Criar o site da minha imobiliária →

A freguesia, não a cidade

«Imobiliária Lisboa» é uma pesquisa muito disputada, muitas vezes ocupada por redes nacionais e pelos próprios portais. O terreno onde podes ganhar é mais fino: a freguesia, o bairro, a vila ao lado, o tipo de imóvel.

Uma página por zona que trabalhas mesmo (Campo de Ourique, Foz do Douro, Paço de Arcos, Gualtar), com as tuas vendas recentes, as referências de preço e o perfil de quem compra ali. Menos pesquisas, mas muito mais qualificadas. Quem escreve «vender casa em Campo de Ourique» já sabe o que quer.

E a ficha do Google Business Profile conta pelo menos tanto como o site: nessas pesquisas locais, o Google mostra primeiro as agências com o mapa e as avaliações. O site e a ficha têm de dizer o mesmo: nome, morada, telefone, horário.

Se trabalhas por conta própria, sem loja, a lógica é igual, só que a marca és tu. Muito do que escrevemos sobre o site para trabalhadores independentes aplica-se ao teu caso.

Licença AMI, certificado energético e RGPD

A mediação imobiliária é uma atividade regulada em Portugal. Algumas informações são obrigações e, mostradas com clareza, passam a ser argumentos de confiança.

Um proprietário atento verifica a licença. Mostrá-la de forma legível põe-te logo acima de um concorrente que a esconde num canto. A IA da madra redige uma base de aviso legal e de política de privacidade, mas é uma base: confirma os detalhes com o teu jurista ou com o teu contabilista, e consulta o IMPIC para as regras da tua atividade.

Quanto custa um site para imobiliária?

O custo que conta não é o da criação. É o de manter a carteira atualizada. Um site imobiliário vive de estar em dia: imóveis que entram, preços que baixam, casas vendidas que têm de sair. O modelo que faz cada alteração custar dinheiro é o modelo que leva a uma carteira desatualizada.

Valores indicativos para Portugal, que variam muito conforme o profissional e o projeto:

OpçãoCusto inicialCusto recorrentePrazo
Fazer sozinho (editor de sites)BaixoPlano do editor + o teu tempoDias a semanas do teu tempo
FreelancerCerca de 500 a 2 000 €Manutenção cerca de 30 a 150 €/mês2 a 6 semanas
AgênciaCerca de 1 500 a 5 000 €Manutenção cerca de 30 a 150 €/mês1 a 3 meses
madra (IA + verificação humana)0 €Desde 29,90 €/mês, alterações incluídas24 horas
Prazo para ter o site de uma imobiliária online: 2 a 6 semanas com freelancer, 1 a 3 meses com agência, 24 horas com a madra

Duas notas para o caso imobiliário. As soluções especializadas para o setor cobram, em regra, uma instalação e uma mensalidade, justificadas pela ligação aos portais e pela gestão de contactos. Fazem sentido se precisas de um CRM completo. Se já publicas nos portais através do teu software de gestão, confirma se não estás a pagar duas vezes pela mesma função.

E o «faço eu sozinho» parece barato, mas paga-se em horas, as tuas. Um consultor que vive de escrituras perde dinheiro cada tarde passada a lutar com modelos de páginas.

Na madra, o plano Essencial custa 29,90 €/mês, IVA incluído, sem fidelização e sem custos de criação. Em modalidade anual, desce para 23,90 €/mês (286,80 €/ano). Para comparar todos os cenários, lê o nosso guia sobre quanto custa um site.

O site da tua imobiliária em 24 horas

Descreves a tua agência: as zonas onde trabalhas, a tua forma de acompanhar uma venda, a equipa. A IA constrói o site com a carteira, a página de avaliação e as páginas por zona. Depois, uma pessoa verifica tudo antes de ir para o ar.

Imagina uma pequena imobiliária em Aveiro com doze imóveis em carteira. Preenche o formulário ao fim do dia. No dia seguinte, tem o site em pré-visualização: a carteira com fotografias, o pedido de avaliação no topo, a licença AMI no rodapé. Quando um T2 é vendido, pede a alteração e fica feita em 24 horas úteis.

Página interior do site de uma imobiliária do Porto num MacBook, com a carteira de imóveis e o pedido de avaliação

Já tens um site antigo? A madra faz o redesign com as redireções 301 e a migração incluídas, para não perderes o que já conquistaste no Google. O processo completo está em como funciona, e se queres perceber o modelo de pagamento, lê o artigo sobre o site por subscrição.

Perguntas frequentes sobre o site de uma imobiliária

Para que serve um site se já anuncio no Idealista e no Imovirtual?

Os portais falam com quem compra e fazem-no melhor do que qualquer agência. O teu site serve o outro lado do mercado: o proprietário que procura a quem confiar a venda. Ele não compara anúncios, compara imobiliárias. É no teu site que vê a equipa, as vendas recentes, as avaliações e a forma como trabalhas.

A licença AMI tem de aparecer no site?

Em regra, sim: as empresas de mediação imobiliária devem indicar o número da licença AMI na publicidade e nos documentos, e o site é publicidade. O mais simples é pô-la no rodapé e na página sobre a agência. Para as regras exatas da tua atividade, confirma junto do IMPIC ou do teu jurista.

Que conteúdo atrai proprietários?

A avaliação gratuita, sem dúvida. Quem quer saber quanto vale a casa está a pensar vender. Uma página com um formulário curto (tipo de imóvel, área, morada e contacto), referências de preço por zona e o prazo médio de venda que observas transforma essa curiosidade numa reunião.

Como tratar os contactos dos formulários segundo o RGPD?

Diz claramente para que usas os dados e durante quanto tempo os guardas, numa política de privacidade acessível em cada formulário. Usa os contactos só para responder ao pedido e não os juntes a uma newsletter sem consentimento explícito. A CNPD publica orientações úteis. A madra redige uma base de política de privacidade, que deves validar.

Quanto custa um site para imobiliária?

Em Portugal, um freelancer cobra em regra cerca de 500 a 2 000 € e uma agência cerca de 1 500 a 5 000 €, com manutenção muitas vezes à parte. Na madra, o plano Essencial custa 29,90 € por mês, IVA incluído, sem fidelização, com domínio, alojamento e alterações da carteira incluídos, e fica pronto em 24 horas.

Um site que convence quem vende

Descreve a tua agência e as tuas zonas: vês o site em pré-visualização, grátis e sem cartão, e só pagas se o quiseres pôr online.

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